4 práticas da gestão financeira

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4 práticas da gestão financeira

A estabilidade é o reflexo de um negócio saudável e promissor, mesmo que os números não pareçam crescer exponencialmente, ou suas vendas não saiam de um mesmo patamar, isso não quer dizer que sua empresa está indo mal. Buscar a segurança é o mais indicado em momentos de economia difícil como a que o Brasil enfrenta agora. Como diz o ditado popular “Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando!” Assim deve ser o pensamento do gestor, sabendo que às vezes é melhor não arriscar-se tanto em um mercado tão cruel. Na corrida pela consolidação, é substancial que a gestão financeira seja competente e proativa, evitando que ocorram situações de risco ao longo da caminhada.

Poucos empreendedores tem visualizado este campo como um setor independente e que deve ser estudado de modo profundo, uma vez que, o foco da grande maioria das empresas, principalmente das iniciantes, está em angariar capital externo, a partir de investimentos e outras fontes, por conta disso, acaba-se esquecendo de gerenciar esse montante com toda a atenção que essa tarefa demanda.

Antes da crise de 1929 por exemplo, era comum que os gestores financeiros, sobretudo os americanos, se apegassem ao capital de acionistas, banqueiros e investidores em geral, e buscassem apenas formas práticas de garantir o retorno destes montantes, não havia um planejamento programático que visasse a manutenção do que foi aplicado de forma inteligente, e que sustentasse esses recursos por mais tempo, assim, a empresa precisava estar constantemente correndo atrás de novos investidores, sem contar com as vezes em que o empreendimento falhava, e ali era decretado o fim daquela corporação, situação que se tornou normal durante os anos subsequentes à grande queda da bolsa de Nova York.

Essa expoente crise mundial deixou uma lição majestosa para os administradores e contadores da época, e esse conhecimento expande-se até os dias de hoje, o bom administrador é aquele que consegue transferir ao seu negócio um caráter de autossuficiência, correspondendo ao capital aplicado ao seu favor, fazendo com que seus benefícios estendam-se por mais tempo levando a novos e maiores investimentos.

Práticas da gestão financeira

As 4 práticas reunidas abaixo são a base para um controle financeiro eficiente, e levarão a uma probabilidade maior de lucros com o passar do tempo.

1. Planejamento Financeiro

Planejar é o primeiro passo para o sucesso, outros dizem também que quem fracassa ao planejar está planejando fracassar. Pode parecer agressivo, mas não é nada mais do que a verdade! Se tratando de um setor que lida com gastos e ganhos, prever tais ações é fundamental para evitar um colapso nas contas. Por isso um planejamento a longo prazo deve ser feito sempre que possível, assim como o acompanhamento rígido do que foi definido. O planejamento nunca terá 100% de eficiência, pois o mercado é uma variável incontrolável, mas as estimativas e métricas bem ajustadas podem contribuir para um resultado bem próximo do esperado, daí a importância de um bom sistema de gestão para armazenamento e processamento dessas informações.

2. Organização de informações

Com o planejamento, semestral ou anual feito, é necessário conservar a organização dessas informações, ou todo o tempo empreendido nessa tarefa pode ser jogado fora. A falta de organização nas finanças é sem dúvida o fator mais imponente na aplicação de multas e sanções pelo Fisco, além é claro dos prejuízos operacionais. Sem organização se torna difícil cumprir prazos, seus clientes ficam insatisfeitos, e sua empresa ganha uma imagem negativa no mercado.Entre os malefícios da desorganização estão as falhas quanto aos encargos tributários, podendo resultar até mesmo no fechamento do seu negócio ou acusações por fraudes. As planilhas descentralizadas não conseguem mais dar conta de tantos dados, fazendo de um sistema ERP algo substancial para não se perder no meio de tanta bagunça.

3. Acompanhamento do fluxo de caixa

No fluxo de caixa estão em movimento todo o capital investido em sua empresa, afinal, o que você tem em estoque está saindo, e em troca espera-se a entrada de recursos monetários. A má administração desse ponto de inflexão é bem notória em empresas que estão em prejuízo, em suma, elas costumam contabilizar em seu planejamento quantias que ainda não foram recebidas em caixa, e no momento de honrar seus compromissos, se deparam com a falta do dinheiro. Em consequência, são pressionadas a pedir empréstimos e entrar em situação de devedoras. Para uma boa gestão financeira os administradores devem fugir disso com todas as forças!

4. Separação das finanças pessoais

Esse tópico diz respeito, principalmente, às pequenas e médias empresas, onde ainda não há uma cisão entre as finanças pessoais do empreendedor e do seu negócio. A existência de uma conta bancária em nome do seu empreendimento é de caráter básico para uma administração eficiente de suas entradas e saídas, caso contrário, você terá que avisar a seus contadores ou gerentes financeiros toda vez que precisar comprar algum item pessoal, situação desagradável e invasiva. O controle minucioso das quantias pode ser alcançado pela integração do sistema ERP com a conta bancária em questão, da qual serão extraídas informações relevantes para momentos futuros.

Pra que serve a gestão financeira?

O objetivo da Administração Financeira é aumentar o valor de mercado de um empreendimento, garantindo maiores lucros a seus responsáveis, para que isso aconteça, alguns termos devem estar sempre em pauta, tais quais a “gestão de risco”, “retorno de investimento” e o “custo de capital” e soma-se a esses conhecimentos a integração com todos os setores da empresa, numa relação de troca mútua, onde o departamento financeiro recebe dados de todos os outros, os analisa, e transforma em informações estratégicas, que devem ser lançadas de volta a esses departamentos, a fim de otimizar sua práticas. Os Sistemas de Gestão Integrada, ou ERP’s, tem desempenhado um papel muito importante nesse quesito, pois permitem uma análise sistêmica de todo o negócio, contribuindo ao fim para um fluxo de informações muito mais proveitoso no dia a dia da companhia, trazendo à tona algumas práticas que podem tornar sua área financeira muito mais saudável.

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